CURSOS DE ARTE


O Ateliê Sergio Amorim oferece aulas de desenho e pintura ministradas pelo próprio artista de forma pessoal, com atenção individualizada, em turmas de até no máximo 10 (dez) alunos, em turnos de 03 (três) horas, uma vez por semana.
O curso pode ser tomado por pessoas que nunca foram apresentadas a qualquer técnica de desenho e pintura até aqueles que já se sentem familiriazados com a arte e desejam aprimorar os conhecimentos e a prática, uma vez que o trabalho é personalizado para cada aluno.
Sérgio Amorim já ensina há mais de vinte anos, e por seu ateliê já passaram mais de 300 alunos espalhados por vários estados deste país.
Nos valores dos cursos não estão inclusos os materiais utilizados pelo aluno com os desenhos e pinturas que estarão disponíveis para aquisição no próprio Ateliê.
AGENDA | CURSOS:
TERÇA-FEIRA
Desenho
14h às 17h
QUARTA-FEIRA (Vilas)
Pintura
08h às 11h
QUINTA-FEIRA
08h às 11 h
14h às 17h
SEXTA-FEIRA
08h às 11h
14h às 17h
SÁBADO
08h às 11h
J

JANELAS DE MARIA

Ah, janelas de Maria,
que segredos me trazes
por trás dessas madeiras,
dessas cores exuberantes e
de flores estonteantes?

Ah, janelas de Maria... Quanta música e poesia,
quantos suspiros e ais,
escuto do banco na calçada da via,
pelos espaços e frestas,
dessas misteriosas janelas,
respondes,
para quem as abriria?

Ah, janelas de Maria... Pequenas e estreitas,
grandes e largas,
com cortinas finas e coloridas
ou brancas,
umas descortinadas,
outras com rendas bordadas,
sem medida certa,
sem regras,
envoltas em magia
me enternecem, me encantam
e me fazem sonhar,
contigo, ó Maria.

Maria Simões

V

VIDA EM TELAS

No vão das paredes
as imagens nas pinturas,
histórias da vida,
memórias sentidas,
as dores em cores,
as alegrias e os amores.
O artista se desnuda
em símbolos só seus
combinação de tintas
misturas de sensações,
fragmentos de emoções.
Arte que geme, sussurra,
canta, grita e encanta.
E desfilam-se aos olhos
em uma mágica viagem,
mares, barcos, cidades,
povo, flores e religiosidades.
E o pincel não para,
permanece bailando nos dedos,
a espátula trabalha,
destrói a construção das linhas,
mutando as formas,
o excesso de tinta transborda,
ao som da pura magia do dom,
de esboçar, desenhar e pintar.
E os dias arrastam-se nesse
berçário pulsante do que existe
de mais puro e sincero,
o homem e sua abstração,
materializam-se em aquarelas e telas,
imortais, atemporais e belas.

Maria Simões